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Porto Alegre, terça-feira, 08 de maio de 2018.

Jornal do Comércio

Opinião

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08/05/2018 - 22h50min. Alterada em 08/05 às 21h33min

O debate sobre a direita e a esquerda

Elifas Simas
Por algum tempo, chegamos a acreditar que era possível vivermos em uma sociedade de conciliação de classes. Isso só foi possível por um tempo, quando Lula, com a carta aos brasileiros, propôs e conseguiu, com sua eleição, fazer uma administração voltada para o estado de bem-estar social, onde todos ganhavam, claro que os donos do capital com a maior fatia do bolo. Porém os debaixo tinham ganhos e melhora na qualidade de vida, com programas sociais capazes de diminuir a pobreza e fazer com que grandes camadas da classe média tivessem ganhos, melhorando a condição de vida através de políticas sociais há muito não existentes no País. Aí veio a crise.
Nunca pensei que esses senhores da elite brasileira tivessem tão pouco apreço pela democracia e que ao primeiro movimento não se constrangeram em golpeá-la, fazendo uma obstrução à implantação de um programa de governo eleito pela maioria do povo brasileiro em 2014 e derrubando uma presidente eleita sem que tivesse cometido crime de responsabilidade. Seria oportuno dizermos que o golpe não foi na presidenta, nem mesmo no Partido dos Trabalhadores, e sim no povo brasileiro, pois as medidas tomadas pelo governo que a golpeou fizeram o País voltar à linha da miséria, vendeu nosso pré-sal, acabou com políticas sociais, congelou o orçamento para investimentos em saúde, educação, mantendo os ganhos dos rentistas além de desnacionalizar as empresas estratégicas ao desenvolvimento nacional. Será mesmo que a responsabilidade da situação da Previdência Social é dos trabalhadores? Onde estão os grandes sonegadores? Aqueles que se locupletam com o dinheiro que deveria ser carreado aos cofres públicos para pagar a Previdência dos assalariados. Ser de esquerda hoje é gritar "Lula Livre", é defender as causas do povo pobre brasileiro, é lutar pela paz e pelo socialismo no Brasil.
Engenheiro
 
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