Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 14 de março de 2018.

Jornal do Comércio

Política

COMENTAR | CORRIGIR

Governo federal

14/03/2018 - 09h14min. Alterada em 14/03 às 09h15min

Ministro do STF decide que Temer terá acesso à quebra de sigilo bancário após diligências

Barroso é responsável pela investigação de favorecimento da empresa Rodrimar pelo Decreto dos Portos

Barroso é responsável pela investigação de favorecimento da empresa Rodrimar pelo Decreto dos Portos


Carlos Humberto/SCO/STF/JC
Agência Brasil
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso decidiu na terça-feira (13) que a defesa do presidente Michel Temer terá acesso à decisão que determinou a quebra de sigilo bancário somente após o cumprimento das diligências que foram determinadas.
O pedido de acesso foi feito na semana passada pelos advogados após serem notificados da decisão de Barroso. A defesa queria acesso imediato à decisão que fundamentou a quebra do sigilo dos dados bancários do presidente, com base em um pedido de Polícia Federal (PF).
Barroso é responsável no STF pelo inquérito da PF que investiga o suposto favorecimento da empresa Rodrimar S/A por meio da edição do chamado Decreto dos Portos (Decreto 9.048/2017), assinado pelo presidente Temer em maio do ano passado.
Na ação, além de Temer, são investigados o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures e os empresários Antônio Celso Grecco e Ricardo Mesquita, donos da Rodrimar, empresa que atua no Porto de Santos.
Em janeiro, ao responder por escrito aos questionamentos dos delegados responsáveis pelo caso, a defesa do presidente Temer declarou que ele nunca foi procurado por empresários do setor portuário para tratar da edição do decreto, tampouco autorizou qualquer pessoa a fazer tratativas em seu nome.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia