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Porto Alegre, quinta-feira, 08 de março de 2018.

Jornal do Comércio

Opinião

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Notícia da edição impressa de 09/03/2018. Alterada em 08/03 às 21h19min

O que é bom a gente quase nem nota

João Carlos Nedel
Há dias, a mídia publicou diversas boas notícias que não receberam dos cidadãos a atenção que merecem. É a Lei de Maslow: uma necessidade satisfeita deixa de ser fator motivacional. Ninguém briga por uma pretensão já alcançada. Acontece que não ouvi sequer comentários, satisfeitos ou não, sobre tais boas notícias, como se isso não nos dissesse respeito.
Por exemplo: 1) O RS gerou 18 mil vagas de emprego em janeiro, o melhor resultado desde 2013, significando maior renda coletiva, mais capacidade de consumo, economia mais forte; 2) A arrecadação do ICMS aumentou 4,1% em 2017 e bateu recorde em janeiro de 2018, deixando claro o avanço da economia; 3) Durante a Operação Verão deste ano, houve apenas uma morte, contra 14 do ano passado. E os salvamentos na água recuaram 50%. Esse resultado ressaltou o valor da ação preventiva, que pode, inclusive, ser estendida à segurança pública; 4) O Cais Mauá teve suas obras iniciadas, apesar dos caranguejos de plantão, definitivamente; 5) A ampliação da pista do Salgado Filho teve data e hora marcadas para começar, em 22 de março, às 10 horas. Alguém já havia visto algo parecido, antes?; 6) Onze novas ambulâncias foram entregues pela prefeitura ao Samu para melhoria nos serviços de atendimento; 7) Agricultura teve um crescimento de 13% no ano passado, uma enorme contribuição ao crescimento da economia, pelo seu efeito multiplicador sistêmico; 8) Grupo de empresários doou R$ 14 milhões para equipar as Polícias Civil e Militar, uma postura nova de participação da sociedade nos problemas municipais.
Claro que não estão aqui todas as boas notícias, mas apenas as de maior destaque. Individualmente, talvez cada assunto possa, realmente, passar despercebido. Mas, em conjunto, evidenciam uma mudança ocorrendo, para melhor. E poderá ser ainda melhor se, ao invés de apenas criticarem, as pessoas reconhecerem as conquistas obtidas e as valorizarem, abrindo caminho para que novas e importantes necessidades sociais possam ser satisfeitas. O que definitivamente não podemos é ignorar as boas notícias.
Vereador de Porto Alegre (PP)
 
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