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Porto Alegre, quinta-feira, 01 de março de 2018.

Jornal do Comércio

Opinião

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Notícia da edição impressa de 02/03/2018. Alterada em 01/03 às 21h30min

Acelera, o novo está se tornando obsoleto!

José Luís Dresch Cardoso
Em ritmo acelerado e constante, vão se consolidando os ciclos de uma revolução tecnológica sem precedentes. A antiga figura das máquinas e sistemas assumindo posições de trabalho, especialmente na indústria, é uma realidade que se estende a todos os segmentos da economia e do desenvolvimento humano. E o Brasil como se coloca nesta corrida contra o tempo?
A evolução é tão rápida que algumas importantes novidades tecnológicas estão perdendo fôlego e sendo repensadas. Um exemplo disso é o conceito de utilização de aplicativos - ferramentas consideradas como o que há de mais atual na forma de conexão entre empresas e consumidores. Segundo os especialistas, os aplicativos estão se tornando obsoletos. Também, pudera, são tantos em nossos celulares.
O Brasil, de certa forma, está inserido e bem representado neste contexto de inovação. A notícia ruim é que nossos corajosos empreendedores estão sobrecarregados por impostos, burocracia, insegurança jurídica, dentre outros dificultadores.
Também em áreas fundamentais, que envolvem educação e saúde, para ficar apenas nestas duas, é possível perceber o avanço proporcionado pela tecnologia. Mas, em nosso país, o acesso à tecnologia ainda está distante da população de menor poder econômico, ou se dá por intermédio de um sistema falido. Na área da saúde, por exemplo, a tecnologia, o conhecimento e os profissionais qualificados existem, mas os pacientes morrem nas filas, o que é uma lástima para uma nação que ostenta em sua bandeira o lema "ordem e progresso".
Em tempos de disrupção, de inovação, já não cabe o princípio de "conservar melhorando". Se o governo não faz, tem que dar espaço ou, pelo menos, não dificultar o caminho para quem tem competência de implementar mudanças consistentes e alinhadas, pois o futuro é agora!
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