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Porto Alegre, quinta-feira, 08 de março de 2018.

Jornal do Comércio

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protestos

Alterada em 08/03 às 13h04min

MST invade parque gráfico do jornal O Globo na Baixada Fluminense

Manifestantes picharam paredes, vidros e móveis, além de tentar atear fogo em um totem

Manifestantes picharam paredes, vidros e móveis, além de tentar atear fogo em um totem


FACEBOOK/MST/DIVULGAÇÃO/JC
Um grupo com cerca de 500 Integrantes do Movimento dos Sem-Terra (MST) invadiu o parque gráfico do jornal "O Globo", em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, na manhã desta quinta-feira (8). Os manifestantes picharam paredes, vidros e móveis do local. Eles também tentaram atear fogo em um totem com o nome do jornal, que não chegou a ser danificado. A ação foi gravada e divulgada nas redes sociais do grupo.
De acordo com o MST, participaram mulheres do Levante Popular da Juventude, do Movimento dos Atingidos por Barragens e do Movimento dos Pequenos Agricultores, além de moradoras de comunidades da cidade.
A ação faz parte da Jornada Nacional de Luta das Mulheres Sem Terra, que tem por lema a frase de Rosa Luxemburgo "Quem não se movimenta, não sente as correntes que a prendem". Não houve confronto. Meia hora depois da invasão, o grupo deixou o local.
O 'Globo' ainda não se pronunciou sobre a manifestação
Em nota conjunta, a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT), a Associação Nacional de Editores de Revistas (ANER) e Associação Nacional de Jornais (ANJ) repudiam com veemência a invasão promovida pelo MST ao parque gráfico.
"É inadmissível que um grupo, que se diz defensor de causas sociais, ameace e ataque profissionais e meios de comunicação que cumprem a missão de informar a sociedade sobre assuntos de interesse público. Atos criminosos como este são próprios de grupos extremistas, incapazes de conviver em ambiente democrático, e não pautarão os veículos de comunicação brasileiros", diz o comunicado. "A ABERT, a ANJ e a ANER condenam o ataque e pedem às autoridades uma rigorosa apuração do fato, com a punição dos responsáveis, para que vandalismos como este não voltem a se repetir", finalizam as entidades.
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