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Porto Alegre, quinta-feira, 08 de março de 2018.

Jornal do Comércio

Geral

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Direitos Humanos

08/03/2018 - 09h24min. Alterada em 08/03 às 11h16min

Marcha em Porto Alegre marca Dia Internacional da Mulher

Na Marcha das Mulheres, atos se concentraram em diversos pontos do Centro de Porto Alegre

Na Marcha das Mulheres, atos se concentraram em diversos pontos do Centro de Porto Alegre


Laura Franco/Especial/JC
Atualizada às 11h
Em ritmo de rap dando o ritmo das palavras de ordem, militantes de diversos movimentos estão nas ruas de Porto Alegre para a Marcha do Dia Internacional da Mulher. A largada da caminhada ocorreu na Rodoviária da Capital a partir das 8h, mas desde as 7h já havia concentração para o protesto. 
A marcha ruma para a área central do Centro Histórico. A EPTC monitora a evolução do movimento com 32 agentes no trajeto da manifestação. Segundo o movimento, o ato foi informado para a EPTC. As mulheres andam em duas grandes filas. A avenida que dá acesso ao Centro para quem vem da Rodoviária e avenida da Legalidade está bloqueada, o que gera grande congestionamento com impacto até a saída e avenidas e ruas que chegam à região.   
Silvia Reis Marques, diretora nacional do Movimentos dos Trabalhadores Rurais Sem terra (MST), diz que são pelo menos 500 mulheres ligadas a movimentos do campo e a expetativa é de somar mais de 2 mil na ação. "Convocamos todas as mulheres  a se somar ao nosso movimento", conclama Silvia, antes de sair na marcha, cujo tema são os direitos das mulheres.
Dentro dos protestos, cerca de 300 mulheres ligadas ao MST, Movimento de Trabalhadoras e de Trabalhadores por Direitos (MTD), Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) e Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) ocupam a Superintendência Regional da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), no bairro Floresta, na Capital. Elas cobram restabelecimento imediato das ações e do orçamento voltados ao Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).
Depois de passar pela avenida Mauá, a manifestação se concentrou na área do Paço Municipal e do Largo Glênio Peres. Na frente da prefeitura, o alvo de crítica foi o prefeito Nelson Marchezan Júnior, com grito de "fora Marchezan, chegou a tua hora". 
Um grupo de manifestantes fez uma intervenção para alertar para os números de feminicídio no Brasil. São 13 mortes de mulheres vítimas de violência de gênero no País por dia. A marcha seguiu para outro ponto do roteiro, em frente ao Palácio Piratini, e depois partiria para a área do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4).  
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