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Porto Alegre, terça-feira, 13 de março de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado de Capitais

Notícia da edição impressa de 14/03/2018. Alterada em 13/03 às 21h41min

Ibovespa encerra sessão em baixa de 0,59%

Diante da queda na maior parte do mercado acionário mundial, o Ibovespa não teve força para seguir a trajetória de alta vista no início do pregão de ontem. Ainda assim, o índice à vista conseguiu se manter nos 86.383 pontos (-0,59%).
O setor financeiro influenciou fortemente na baixa de hoje com a desvalorização acima de 1%, uma vez que Itaú Unibanco e Bradesco têm o primeiro e o terceiro maiores pesos na carteira teórica. Além de espelhar o movimento negativo dos pares em Wall Street, bancos como Bradesco e Banco do Brasil tiveram suas notas de crédito rebaixadas pela agência de classificação de risco Fitch Ratings hoje. Ontem à noite, o Itaú Unibanco havia recebido o downgrade, na esteira do rebaixamento do rating soberano de BB para BB-, em 23 de fevereiro.
A revisão do rating perpassou por todos os bancos brasileiros e, juntamente com as seguradoras, pesou sobre o índice Bovespa. Itaú Unibanco PN fechou em queda de 0,81%, Bradesco PN recuou 1,44%, Banco do Brasil ON perdeu 1,29%, e as units do Santander desvalorizaram 1,40%.
Também os contratos futuros de petróleo no mercado internacional operaram novamente em queda, e as ações da Petrobras perderam valor - queda de 0,96% (ON) e de 0,99% (PN).
Os mercados acionários no exterior reagiram à nova troca na administração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Uma semana após o então assessor econômico Gary Cohn ter deixado o governo, na segunda-feira foi a vez do secretário de Estado, Rex Tillerson.
Bolsa
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