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Porto Alegre, terça-feira, 13 de março de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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crédito

Alterada em 13/03 às 13h22min

Volume transacionado com cartões cresce 12,6% em 2017 a R$ 1,36 tri, diz Abecs

O volume transacionado com cartões de crédito, débito e pré-pago subiu 12,6% em 2017 em relação ao ano anterior, para R$ 1,36 trilhão, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito (Abecs) apresentados no 12º CMEP - Congresso de Meios Eletrônicos de Pagamento. Fernando Chacon, presidente da Abecs e CMO do Itaú Unibanco, estima que em 2018 o volume transacionado alcance R$ 1,570 trilhão, representando um crescimento de 15,5% frente a 2017.
Chacon destacou que a participação dos cartões no consumo das famílias subiu de 30% em 2016 para 32,6%, a qual, acredita tende a aumentar.
Em 2017, os cartões de crédito movimentaram R$ 842,6 bilhões, uma alta de 12,4% em comparação a 2016, enquanto os cartões de débito registraram elevação de 12,6% nas transações, para R$ 508 bilhões. A movimentação com cartões pré-pagos avançou 68,8%, para R$ 6,6 bilhões.
As compras não presenciais, por aplicativos ou web, chegaram a R$ 167 bilhões, um crescimento de 16,5% em 2017. O volume representa 20% do movimentado com cartões. Chancon chamou atenção ainda para o fato de que 80% dessas compras utilizam o cartão de crédito.
Outro destaque foi a queda na taxa de juro do rotativo, após a resolução que mudou a forma de pagamento do rotativo, com parcelamento compulsório, de 466% em abril de 2017 para 207,1% ao final do ano, redução de 56% no período.
A taxa de inadimplência nos cartões atingiu o menor patamar da série histórica da Abecs, de 5,2%, contra 6% em 2016.
Chacon chamou atenção também para os prejuízos causados à indústria bancária e financeira pelo uso dos cheques, que em 2017 causaram perdas de R$ 25 bilhões por conta da apresentação pela segunda vez de cheques sem fundo.
Pela primeira vez, em 2017, o volume transacionado com cartões superou o uso do dinheiro físico. De acordo com o levantamento da Abecs, foram sacados R$ 1,31 trilhão em dinheiro no ano passado, "a um custo muito elevado e vemos oportunidade importante de ocupar esse espaço", observou Chacon.
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