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Porto Alegre, quinta-feira, 08 de março de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

08/03/2018 - 19h11min. Alterada em 08/03 às 19h14min

Ibovespa encerra pregão em queda de 0,58%, aos 84.984,60 pontos

O Ibovespa ampliou levemente o ritmo de queda na reta final do pregão em meio ao anúncio oficial pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, da barreira tarifária ao aço e ao alumínio. Do exterior, pesaram também as perdas nas cotações das commodities, como petróleo e minério de ferro. Assim, o Ibovespa, que, havia retomado o patamar dos 85 mil pontos um pouco antes da divulgação, o perdeu novamente e fechou em baixa de 0,58%, aos 84.984,60 pontos. O giro financeiro avançou nos minutos finais e chegou a R$ 11 bilhões.
Diante da confirmação da taxação de 25% sobre a importação do aço e de 10% sobre o alumínio, as ações das principais companhias que fazem parte do bloco siderúrgico aceleraram o movimento de desvalorização. Assim, CSN fechou com recuo de 5,08%, Usiminas caiu 2,13% e Gerdau perdeu 4,18%. Vale ON desvalorizou 3,24%. "O bloco siderúrgico vinha caindo no mês de março, já precificando um pouco essas medidas", lembrou Fabricio Estagliano, analista-chefe da Walpires Corretora.
A Petrobras, por sua vez, teve mais um dia alinhada ao preço do petróleo no mercado internacional, mas, na reta final, conseguiu fechar no positivo, perto da estabilidade com 0,13% (ON) e 0,14% (PN).
Para além do exterior, Thiago Figueiredo, gestor da Horus GGR chama atenção para os resultados corporativos, que, segundo ele, se sobressaíram à movimentação político-econômica. Na sua avaliação, os balanços das empresas mostram que uma parcela da economia começa a ter reflexo bom da retomada, mas não com o otimismo que o mercado esperava para o último trimestre de 2017.
"A temporada de balanço está quase terminando e, pelos resultados, a recuperação ainda não foi tão disseminada como se pensava", disse Figueiredo, ressaltando que, ainda assim, os resultados mexeram mais do que movimentações política como a do Democratas (DEM), que aclamou o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (RJ) pré-candidato à Presidência da República. Para ele, isso não está sendo suficiente para interferir no humor da bolsa. "Nem para cima, nem para baixo."
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