Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 08 de março de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Industria

Alterada em 08/03 às 12h35min

Demanda interna por bens industriais recua 0,3% em janeiro, diz Ipea

Na comparação com janeiro do ano passado, o indicador avançou 6,8%.

Na comparação com janeiro do ano passado, o indicador avançou 6,8%.


TOBIAS SCHWARZ/AFP/JC
O consumo de bens industriais recuou no primeiro mês do ano, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O Indicador Ipea mensal de Consumo Aparente (CA) de bens industriais recuou 0,3% em janeiro ante dezembro. O indicador é obtido através da produção industrial doméstica mais as importações, excluídas as exportações. No trimestre móvel terminado em janeiro, porém, o resultado permanece positivo, alta de 1,8%.
Entre os componentes do consumo aparente, a produção doméstica líquida das exportações recuou 0,7% na passagem de dezembro para janeiro, enquanto as importações de bens industriais cresceram 5,8%. Na comparação com janeiro do ano passado, o indicador avançou 6,8%. Em 12 meses, o crescimento acumulado é de 4,0%.
A demanda por bens industriais mantém o ritmo de crescimento mais intenso que o da produção industrial nacional medida pela Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física (PIM-PF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ressaltou o Ipea, em nota.
Com relação às classes de produção, a extrativa mineral foi o destaque negativo, recuando 14,1% em janeiro ante dezembro, após uma alta de 5% no mês anterior. A demanda por bens da indústria de transformação avançou 1,9% na passagem de dezembro para janeiro.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia