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Porto Alegre, quarta-feira, 07 de março de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Aviação

07/03/2018 - 12h17min. Alterada em 07/03 às 12h19min

Gol prevê elevar oferta de assentos em até 10% em 2019

Em 2018, o aumento foi de apenas 1 a 3%

Em 2018, o aumento foi de apenas 1 a 3%


MARCELO G. RIBEIRO/JC
A Gol anunciou nesta quarta-feira (7) projeções preliminares para 2019 além das estimativas atuais para 2018. Para o próximo ano, a companhia aérea prevê elevar a oferta de assentos (ASK) total em 5% a 10%, ante uma faixa de 1% a 3% esperada para 2018. O destaque é o mercado internacional, no qual a empresa espera crescimento de ASK entre 30% a 40% em 2019, contra aumentos de 7% a 10% previstos para este ano.
Já no mercado doméstico, a aérea espera elevar sua oferta de assentos entre 1% a 3% em 2019, após crescimento estimado de 0% a 3% em 2018. Para suas margens, a Gol prevê atingir margem Ebitda de 18% em 2019, acima dos 16% previstos para este ano. Para margem operacional (Ebit), as projeções são de 13% em 2019, também superior ao guidance para 2018, de 11%.
Para alavancagem, medida pela dívida líquida/Ebitda, a perspectiva é de que o indicador atinja 2,5 vezes em 2019, patamar abaixo das 3 vezes previstas para este ano. No indicador de receita líquida a empresa espera alcançar cerca de R$ 12 bilhões no próximo ano, acima dos R$ 11 bilhões previstos para 2018.
A Gol projeta ainda estabilidade dos investimentos (Capex) em torno de R$ 600 milhões. A tabela traz também previsões para Cask ex-combustível para o ano, que deve ficar em cerca de 15,0 centavos em 2018 e 2019.
A Gol informa, ainda, que superou o seu guidance para ASK em 2017, que cresceu 0,8%, contra o nível de 0,5% estimado. Outro resultado que ficou acima do projetado foi o de receita líquida, que atingiu R$ 10,6 bilhões em 2017, contra estimativa de em torno de R$ 10,4 bilhões.
A companhia também atingiu sua projeção para margem Ebitda, tendo fechado o ano com 14,1% (ante cerca de 14% estimados). Os resultados também ficaram em linha para a margem operacional, que atingiu 9,4%, contra previsão de cerca de 9%. Já a alavancagem (dívida líquida/Ebitda) ficou em 3 vezes, contra projeção de 3,4 vezes. Por fim, o indicador de Cask ex-combustível atingiu 14,5 centavos, contra 14 centavos projetados.
No quarto trimestre de 2017, a Gol operou em suas rotas a totalidade da frota de 119 Boeing 737-NGs. O número é menor que o registrado em 2016, quando a companhia operava 121 aeronaves de uma frota de 130. Das nove remanescentes à época, sete estavam em processo de devolução e duas foram subarrendadas para outra companhia aérea. Segundo a Gol, da atual frota completa, 88 aeronaves estão em regime de leasing operacional e 31 como leasing financeiro. Do total de aeronaves, 31 possuem opção para compra ao final do contrato.
A idade média da frota da aérea foi de 9,2 anos ao final do quarto trimestre. "Para manter a idade média nesse nível baixo, a companhia possui 120 pedidos firmes para aquisição de aeronaves Boeing 737 MAX 8 para renovação da frota até 2028", destaca a copmpanhia em informe de resultados.
A Gol espera receber o primeiro Boeing 737 MAX 8 em julho deste ano e, com isso, iniciar os trabalho de incorporação das novas aeronaves à frota no segundo semestre. Os Boeing 737 MAX 8 serão operados nos novos destinos anunciados recentemente pela empresa - no início de novembro, a Gol começa a voar para Miami e Orlando a partir de Brasília e Fortaleza.
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