Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 07 de março de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

tributos

07/03/2018 - 11h29min. Alterada em 07/03 às 11h30min

Projeto de reoneração da folha deve ser votado pela Câmara na próxima semana

O requerimento de urgência para votação pode ser resolvido pelos próximos dias

O requerimento de urgência para votação pode ser resolvido pelos próximos dias


VALTER CAMPANATO/ABR/JC
O relator do projeto que trata da reoneração da folha de pagamento, deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), disse nesta quarta-feira (7) que a expectativa é de que o texto seja votado no plenário da Câmara dos Deputados na próxima semana. Segundo ele, o requerimento de urgência para votação do projeto pode ser votado ainda nesta semana.
Ele reafirmou que o número de setores a serem reonerados será menor do que o pretendido originalmente pelo governo, mas acenou com o fim da desoneração para todos os setores após um prazo ainda a ser estipulado. "Trabalhamos com a hipótese de um prazo para encerrar a desoneração nos moldes de hoje. Quando foi criada, em 2011, a desoneração era para ser temporária", disse Silva, após café da manhã na residência do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que contou com as presenças do secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Eduardo Guardia, e do secretário da Receita Federal, Jorge Rachid.
A proposta original do governo pretendia reonerar a folha de pagamentos de 50 setores. Mas o relatório de Silva deve manter o benefício para entre 15 e 16 segmentos da economia.
"O governo sabe que o texto original não tem viabilidade de ser aprovado, por isso estabelecemos critérios para manter a desoneração para alguns setores de uso intensivo de mão de obra, participação importante na pauta de exportações ou que enfrentam a competição com importados", repetiu o deputado.
Questionado sobre o impacto fiscal das alterações no texto, ele disse que o Ministério da Fazenda ficou de elaborar os estudos sobre esses valores. Segundo o deputado, o cálculo pode ficar pronto ainda nesta quarta. "Há uma preocupação fiscal do governo, inclusive para o cumprimento da regra de ouro e do teto de gastos, mas consideramos que, mesmo com as medidas, ainda haverá um impacto relevante em 2018 e ainda mais em 2019", disse.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia