Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 06 de março de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Mercado Financeiro

Alterada em 06/03 às 19h15min

Ibovespa fecha na mínima, aos 85.653,01 pontos, em queda de 0,43%

A despeito de operar em alta desde a abertura do pregão, indicando um ambiente de menor aversão ao risco, o Ibovespa inverteu a mão e registrou sucessivas mínimas na última hora da sessão de negócios desta terça-feira (6), deixando para trás o patamar dos 86 mil pontos. O índice à vista fechou em baixa de 0,43%, na mínima, aos 85.653,01 pontos, com giro financeiro de R$ 10,97 bilhões.
A queda no final do dia foi ditada por uma forte correção nas blue chips, levando o índice à vista descolar totalmente de seus pares em Nova Iorque, que fecharam em terreno positivo. "Graficamente, há um intervalo entre 83.800 pontos e 86.300 pontos e, sem algo que dê tração, o mercado fica 'sambando' nesse intervalo", disse Luiz Roberto Monteiro, operador da mesa institucional da Renascença Corretora.
Se por um lado no pregão de hoje houve redução da instabilidade causada pelas notícias dos últimos dias, que arrastaram para baixo ações dos setores de carne e siderurgia, por outro, pesaram o recuo das empresas ligadas às commodities. O arrefecimento das cotações do petróleo influenciaram negativamente os papéis da petroleira estatal enquanto a Vale seguiu em linha com a desvalorização do minério de ferro no porto de Qingdao, na China.
De acordo com analistas, a sessão de negócios na Bolsa hoje ocorreu em um ambiente melhor pautado pela a mudança de tom do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a sobretaxa do aço e do alumínio. "Isso amenizou as preocupações sobre uma guerra comercial tamanha que tivesse impacto direto sobre o crescimento econômico global - um dos fundamentos que vêm sustentando o apetite por risco", disse Vitor Suzaki, analista da Lerosa Investimentos.
A agência de classificação de risco Fitch avaliou em relatório publicado hoje que o plano de Trump, de impor tarifas de importação de 25% sobre o aço e 10% sobre o alumínio poderia aumentar os riscos para o crescimento global se resultar em medidas de retaliação por outros países.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia