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Porto Alegre, terça-feira, 13 de março de 2018.

Jornal do Comércio

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Edgar Lisboa

Repórter Brasília

Notícia da edição impressa de 14/03/2018. Alterada em 13/03 às 21h09min

Candidato progressista

O deputado federal gaúcho Jerônimo Goergen (PP) está trabalhando intensamente junto ao Partido Progressista e a aliados para que as lideranças consigam convencer o empresário Flavio Rocha a ser o candidato do PP à presidência da República. Parlamentares e líderes partidários preparam o tapete vermelho para a caminhada do presidente do Grupo Guararapes (controlador da varejista Riachuelo), com uma fortuna estimada em mais de R$ 1 bilhão, e que já é pré-candidato a subir a rampa do Palácio do Planalto junto com o PP.
Compromisso com as reformas
Após relutar, Flavio Rocha resolveu admitir sua candidatura. Só não definiu o partido. "Com certeza, somos soldados da causa e estaremos aí para lutar com todas as armas", comentou, em entrevista. Ele reforçou que o País ainda não tem um pré-candidato com um "compromisso absoluto com as reformas". O PRB e o PMDB já conversaram com ele. Segundo Goergen, o empresário já ocupa um bom espaço e agora vai decidir para que lado vai jogar. "Eu o considero um Bolsonaro light. Ele tem valores que o Bolsonaro defende com conhecimento macroeconômico que o Bolsonaro tem através do Paulo Guedes, e não pessoalmente."
Candidato ideal
Goergen argumenta que Flavio Rocha "é o 15º gerador de empregos do Brasil, tem 40 mil funcionários. Tem conhecimento político, já foi deputado federal (tendo passado pelo PFL, PL e PRN do Rio Grande do Norte), tem uma agenda intensa. Seria o candidato ideal do PP ao Palácio do Planalto". Quanto a parcerias e coligações, o parlamentar progressista afirma que "esse grupo do Centrão, que ainda está sem candidato, está ensaiando o Rodrigo Maia (DEM-RJ), mas pode vir a nos apoiar".
Candidatura é convocação
Na avaliação do pré-candidato Flavio Rocha, "uma candidatura presidencial é convocação. Se houver esta convocação, nossa lealdade ao nosso ideário e ao nosso País é tal que eu, como muitos outros nomes de grande vulto e de grande peso que compõem o movimento, com certeza somos soldados da causa e estaremos aí para lutar com todas as armas", comentou, sem deixar claro o que seria uma convocação, mas evidenciando que não descarta concorrer.
Filiação partidária
Na entrevista, Rocha negou já estar filiado a algum partido - mas confirmou que, "na eventualidade" de ser candidato, se filiaria até abril. "Justamente o que mobilizou o movimento Brasil 200 é esse vazio de um candidato que una a direita democrática na economia e nos costumes", explicou, em entrevista no Paraná.
Jogos de azar
O texto que autoriza jogos de azar e bingos foi rejeitado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara dos Deputados, na última semana. Quem defende os cassinos estava de olho nas receitas em impostos para os estados e municípios, mas prevaleceu a ideia de que a legalização pode trazer lavagem de dinheiro e outros crimes. Agora, a palavra final vai ser do Plenário. Enquanto isso, o lobby, contra e a favor, continua intenso.
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