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Porto Alegre, terça-feira, 13 de março de 2018.

Jornal do Comércio

Colunas

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Carlos Pires de Miranda

De Olho na tevê

Notícia da edição impressa de 13/03/2018. Alterada em 12/03 às 22h46min

Um desfecho inesperado

Grenal? Mas já? Sim, na forma do regulamento e por consequência de duas situações: primeira, o explícito desinteresse do Grêmio ao início do campeonato - e o mau desempenho de seu time alternativo. Segunda: a boa campanha de Brasil e Caxias, que os colocou à frente do pelotão, seguidos por São José e Veranópolis, outras boas surpresas. Decepção: o Juventude, que deixa no ar maus presságios - com esse elenco, fica sem chances de subir e até de manter-se na Série B do Brasileirão. Tristeza: São Paulo-RG e Cruzeiro estão rebaixados. Dois tinham de cair, foi na bola, fazer o quê?
Antes, porém, muita cautela
Nunca esquecendo: o jogo de amanhã é pela milionária Copa do Brasil. E nessa história de mata-mata é que reside a maior chance de o Inter ganhar um título de peso e um pesado caminhão de dinheiro em 2018 - ou alguém imagina que, sem orçamento para investir, o clube tenha como vencer um Brasileirão por pontos corridos? A rivalidade local é importante, só quero lembrar outra vez: o Cianorte não disputa sequer a Série D, mas em 2005 fez 3 a 0 no Corinthians de Tevez, Mascherano e que tais. Daí, mandar reservas ao Paraná é assumir riscos que seria desejável evitar.
Um ensaio para os decisivos
O empate não ficaria mal, mas havendo um vencedor no Grenal teria de ser o Grêmio. Por tudo que jogou no primeiro tempo e pelo que sua sólida defesa soube suportar no segundo. Aliás, conclusões perigosas houve poucas: na minha lembrança, os goleiros não tiveram trabalho. A não ser Lomba, fechando o ângulo a Everton, que perdeu o terceiro gol tricolor. De resto, estádio bonito, repleto, enfeado por breves incidentes entre torcedores.
Espectro ampliado na convocação
Por falta de observação jamais se poderá condenar a comissão de Tite. Não acompanho os campeonatos em que jogam Fred, Taison e Talisca; Willian José até queria no meu time - na seleção, só vendo. É isso que o incontestável técnico do Brasil irá fazer. Deve ter gostado muito do desempenho deles nos clubes, a ponto de testá-los em dois jogos difíceis na Europa. Aliás, se chamou 25 é por que restam muitas dúvidas. A Geromel, Rodrigo Caio e Fagner - os únicos que jogam no Brasil - se fez justiça. Difícil será testar novatos em jogos contra seleções de Rússia e Alemanha.
Pitacos
  • Não estou culpando ninguém, infindáveis são as dificuldades de clubes menores. Mas o nosso Cruzeiro saiu da Montanha para o fim da Protásio Alves, de lá para Cachoeirinha. Onde irá parar depois?
  • Mais jovem do que vários jogadores em campo, o árbitro Jonathan Pinheiro foi aprovado com louvor em seu primeiro Grenal. E Jean Pierre também mereceu elogios, até se lesionar.
  • O esforçado Jael me faz lembrar Damião ao início da carreira. Falta técnica, sobra vontade.
  • Quanta irregularidade: o Novo Hamburgo, atual campeão gaúcho, escapou do rebaixamento somente nos minutos finais da rodada...
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Comentários
Dorian R. Bueno 13/03/2018 08h26min
Coisas de Dorian Bueno!!! TUDO DENTRO DA NORMALIDADE!!! Os times que conquistaram TAÇAS desde o ano passado aqui no RGS, Brasil/ América do Sul foram o Novo Hamburgo, São José, Grêmio e agora o Brasil de Pelotas. Perder o GreNal foi uma coisa normal para o Internacional, já que ainda estamos tentando montar um time. Colorados que venha os próximos tira-teimas. Abs. Dorian Bueno, POA