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Porto Alegre, terça-feira, 06 de fevereiro de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado de Capitais

Notícia da edição impressa de 07/02/2018. Alterada em 06/02 às 22h49min

Após correção, bolsas do Brasil e dos EUA sobem

Depois de uma queda generalizada que ligou o sinal de alerta dos investidores, os mercados esboçaram recuperação ontem. Os indicadores norte-americanos voltaram a acumular ganhos no ano, e a bolsa brasileira subiu com força, impulsionada por Vale, Petrobras e bancos.
O Ibovespa, índice das ações mais negociadas, avançou 2,48%, para 83.894 pontos. O volume negociado foi de R$ 16,982 bilhões, enquanto o volume médio diário do ano está em R$ 8,9 bilhões.
O dólar à vista foi cotado a R$ 3,2428, com recuo de 0,23%. O volume de negócios somou US$ 1,423 bilhão, segundo dados da B3. Já no mercado futuro, o dólar para liquidação em março fechou cotado a R$ 3,2435, em baixa de 0,86%. Os negócios do futuro foram robustos e somaram US$ 29 bilhões, ante US$ 20 bilhões na véspera.
Nos Estados Unidos, o índice Dow Jones voltou a ficar no azul no ano, após zerar os ganhos na última segunda. Nesta sessão, a alta foi de 2,33%, para 24.912 pontos. Em um dia, o indicador ganhou 567 pontos, melhor desempenho desde novembro de 2016. Em 2018, a alta está em 0,8%.
O S&P 500 subiu 1,74%, para 2.695 pontos. No ano, sobe 0,8%. E o índice da bolsa Nasdaq se valorizou 2,13%, para 7.115 pontos - em 2018, o avanço é de 3,08%.
O início da sessão ainda foi de preocupação, após o Dow Jones abrir com mais de 500 pontos de queda ante a sessão anterior - na qual já havia batido o recorde negativo de maior perda de pontos da história.
Ao longo do dia, o temor foi se dissipando, e o mercado se firmou em terreno positivo. A tendência, porém, ainda é de alta no longo prazo, motivada pela recuperação das economias globais e por um cenário de excesso de liquidez no exterior em meio a taxas de juros muito baixas nos países desenvolvidos.
Aqui no Brasil, a queda da taxa básica de juros é um dos principais fatores que devem levar os investidores a continuar olhando para a renda variável em busca de retorno. Hoje, o Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) deve reduzir em 0,25 ponto percentual a taxa básica Selic, para 6,75%, na avaliação de economistas.
Das 64 ações que compõem o Ibovespa, 16 caíram, 46 subiram e duas se mantiveram estáveis. A Tim protagonizou a maior alta do índice, ao subir 6,98%. A Gerdau se valorizou 6,04%. As ações ordinárias e preferenciais da Eletrobras subiram, respectivamente, 5,56% e 5,49%. Já Multiplan (-2,29%), Iguatemi (-1,83%) e Fibria (-1,52%) representaram as maiores baixas.
A valorização do Ibovespa foi ajudada pelas ações de bancos. O Itaú Unibanco, que divulgou resultado na noite de segunda, subiu 3,60%. As ações preferenciais do Bradesco subiram 2,38%, e as ordinárias avançaram 2,91%. O Banco do Brasil ganhou 4,39%. As units - conjunto de ações - do Santander Brasil tiveram alta de 3,64%.
 
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