Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 06 de fevereiro de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

TURISMO

Notícia da edição impressa de 07/02/2018. Alterada em 06/02 às 23h17min

Especialistas aconselham quem vai viajar a comprar dólar aos poucos

Moeda norte-americana atingiu a menor cotação desde 4 de abril

Moeda norte-americana atingiu a menor cotação desde 4 de abril


/JUAN BARRETO/AFP/JC
A volatilidade nos mercados financeiros, depois do tombo recorde nas bolsas norte-americanas na segunda-feira, deixou em alerta quem tem viagem marcada para o exterior. O dólar comercial chegou a R$ 3,279 ontem pela manhã e fechou em R$ 3,2428. O dólar turismo encerrou o pregão cotado a R$ 3,3830.
Para Myrian Lund, planejadora financeira e professora da Fundação Getulio Vargas (FGV), o melhor a se fazer no momento é ter cautela. "Se você vai viajar, compre dólar aos poucos, uma vez que o mercado ainda está muito oscilante", recomenda Myrian.
Na visão do educador financeiro Thiago Nigro, o melhor é dividir a compra da moeda. "Num trocadilho, a bolsa sobe de escada e cai de elevador. Então, mesmo o melhor investidor do mundo não sabe o que vai acontecer", explica. "Na atual situação, eu aconselharia a fazer a compra dos dólares em duas partes. Metade hoje, e o restante bem próximo da data da viagem. Não é possível acertar o dia do melhor preço, mas, dessa forma, você tem menos chances de pagar muito caro pela moeda", diz.
Luiz Eduardo Portella, sócio-gestor da Modal Asset, acredita que a tendência é de queda do dólar comercial no Brasil neste ano. Mas há incertezas no cenário. "No Brasil, acredito que o dólar feche o ano por volta de R$ 3,00. Mas isso depende de muitos fatores, e o principal deles é a eleição", explica.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia