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Porto Alegre, domingo, 25 de fevereiro de 2018.

Jornal do Comércio

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Roberto Brenol Andrade

Frases e Personagens

Notícia da edição impressa de 26/02/2018. Alterada em 25/02 às 20h17min

Frases e personagens

"Se o atual cenário econômico do País não auxilia as finanças públicas municipais, o esforço na arrecadação tem servido como consolo e alívio aos cofres do município. A Receita Municipal garantiu, em 2017, uma arrecadação total com receitas próprias de R$ 1,9 bilhão, representando um crescimento de 3,61% acima da inflação." Fernando Ismael Schunck , presidente da Associação dos Auditores Fiscais da Receita Municipal de Porto Alegre - Aiamu.
"Será entre muito ruim e trágico se a corte reverter a prisão após condenação em segunda instância. Quando se passou a permitir a execução depois da condenação em 2º grau, pela primeira vez, a imensa quantidade de ricos delinquentes que há no Brasil começou a evitar cometer crimes e a colaborar com a Justiça para tentar minimizar as suas penas." Luís Roberto Barroso, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).
"A medida é eficaz para punir a criminalidade do colarinho branco. Pobre é preso antes da sentença de 1º grau. Ele é preso em flagrante e não sai mais. Ele é preso com droga e não sai." Também Luís Roberto Barroso.
"A reforma da Previdência praticamente não teria impacto fiscal positivo no curto prazo - ou seja, ela não faria muita diferença, em um primeiro momento, para aliviar o rombo orçamentário -, mas seria um sinal importante de reversão na trajetória de desequilíbrio que as contas públicas vêm mostrando desde 2014." Zeina Latif, economista-chefe da XP Investimentos.
"O problema é a queda da receita, não o aumento da despesa. A recuperação da economia neste e nos próximos anos vai reequilibrar a contabilidade do governo e permitir que o Estado financie a seguridade social." Amir Khair, consultor, contrário à reforma da Previdência agora.
"Preocupa-me o emprego do Exército nas ações respaldadas pela lei de Garantia da Lei e da Ordem (GLO). A segurança pública precisa ser tratada pelos estados com prioridade 'zero'. Os números da violência corroboram as minhas palavras." General Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, comandante do Exército.
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