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Porto Alegre, domingo, 03 de dezembro de 2017.

Jornal do Comércio

Internacional

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Imigração

Notícia da edição impressa de 04/12/2017. Alterada em 03/12 às 22h33min

Governo norte-americano se retira de pacto, e ONU lamenta decisão

Os EUA anunciaram, no sábado, que vão sair em 2018 do Pacto Global sobre Migração e Refugiados, assinado pela administração do ex-presidente Barack Obama. A Organização das Nações Unidas (ONU) lamentou a decisão.
Em setembro de 2016, os 193 membros da Assembleia Geral da ONU adotaram a chamada Declaração de Nova Iorque, que tem como princípio o entendimento de que nenhum país pode gerir a migração internacional sozinho.
A alegação da equipe diplomática do presidente Donald Trump é de que o texto contém "numerosas provisões" que são inconsistentes com os princípios da política imigratória norte-americana atual. "Nós vamos decidir como melhor controlar nossas fronteiras e quem estará apto a entrar", declarou, em comunicado, a embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Haley.
Em comunicado, o presidente da Assembleia Geral da ONU, o eslovaco Miroslav Lajcák, afirmou que o papel dos EUA é "fundamental". "O multilateralismo continua sendo a melhor forma de enfrentar os desafios globais", disse.

Alemanha vai oferecer dinheiro a quem regressar a país de origem

A Alemanha pretende dar ¤ 3 mil a cada solicitante de asilo que decida regressar voluntariamente ao seu país, informou ontem o Ministério do Interior. O prazo para adesões ao programa vai até 28 de fevereiro.
Aos imigrantes que aceitarem regressar inclusive antes que suas solicitações de asilo sejam rejeitadas, o governo alemão vai oferecer ¤ 1,2 mil por adulto e ¤ 600 por criança. Os imigrantes serão elegíveis a se inscrever em ambos os programas.
Ontem, o jornal berlinense Bild am Sonntag informou que 8.693 imigrantes participaram do programa de retornos entre fevereiro e outubro.
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