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Porto Alegre, domingo, 02 de julho de 2017. Atualizado às 22h45.

Jornal do Comércio

Internacional

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venezuela

Notícia da edição impressa de 03/07/2017. Alterada em 02/07 às 21h24min

Quatro pessoas morrem em manifestações

Médicos voluntários carregam manifestante ferido em Caracas

Médicos voluntários carregam manifestante ferido em Caracas


FEDERICO PARRA /FEDERICO PARRA/AFP/JC
Autoridades venezuelanas afirmaram que pelo menos quatro pessoas foram mortas e oito ficaram feridas durante protestos contra o governo na região central do país. A procuradora-chefe do país, Luisa Ortega Diaz, informou, no sábado, que as mortes ocorreram um dia antes, em confrontos em Barquisimeto, capital e cidade mais populosa do estado de Lara.
O prefeito Alfredo Ramos atribuiu as mortes a milícias armadas que apoiam o governo da Venezuela. Pelo menos 80 pessoas morreram desde que os protestos contra o governo eclodiram, há três meses.
Milhares de opositores do presidente Nicolas Maduro foram às ruas de Caracas no sábado, em uma marcha para mostrar apoio à procuradora. O governo está ameaçando tirá-la do cargo, embora a Constituição venezuelana diga que isso pode ser feito apenas pela legislatura, que agora é controlada pela oposição.
Ontem, o Papa Francisco pediu o fim das manifestações violentas e expressou solidariedade com as famílias dos mortos. O pontífice conduziu uma oração lembrando que o país vai comemorar aniversário de sua independência na próxima quarta-feira. "Eu direciono minhas orações a esta querida nação e expresso minha solidariedade com as famílias que perderam seus filhos nos protestos. Apelo para o fim da violência e para uma solução pacífica e democrática para a crise", disse Francisco.
 
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