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Porto Alegre, quinta-feira, 25 de maio de 2017. Atualizado às 00h15.

Jornal do Comércio

Política

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palácio do planalto

Notícia da edição impressa de 25/05/2017. Alterada em 24/05 às 21h14min

Assessor especial de Temer, Mabel pede demissão

Sandro Mabel é o quarto do núcleo central a deixar o cargo

Sandro Mabel é o quarto do núcleo central a deixar o cargo


Zeca Ribeiro/AGÊNCIA CÂMARA/JC
Assessor especial de Michel Temer (PMDB), Sandro Mabel (PMDB) pediu demissão, formalizada em carta ao presidente. Ele justifica a saída do governo com motivos pessoais e agradece Temer pela "luta". Com Mabel, já são quatro nomes do núcleo central a deixar o governo nos últimos dias. O assessor especial, que despachava no mesmo andar do presidente, ocupava o cargo idêntico ao de Tadeu Filippelli, preso nesta terça-feira em operação da Polícia Federal que investiga superfaturamento nas obras do estádio Mané Garrincha, em Brasília, para a Copa do Mundo.
Outro a deixar o núcleo Temer, o deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB) foi flagrado recebendo uma mala com R$ 500 mil da empresa JBS; e José Yunes, depois de sair do governo, acusou o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha (PSDB), de tê-lo usado como "mula" para uma "encomenda". 
Segundo delatores da Odebrecht, Mabel teria recebido caixa-2 da empreiteira na campanha de 2010. O ex-executivo Benedicto Barbosa disse aos investigadores que a empresa repassou R$ 140 mil não declarados a Mabel.
Mabel teria feito parte de um esquema para aprovar uma medida provisória com vistas a reduzir alíquotas do PIS/Pasep e da Cofins. Em troca, a Odebrecht pagaria R$ 2 milhões a Sandro Mabel, ao ex-ministro Mario Negromonte (PP-BA), e aos ex-deputados Pedro Corrêa (PP-PE) e Pedro Henry (PP-MT).
 
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