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Porto Alegre, quarta-feira, 09 de novembro de 2016. Atualizado às 21h44.

Jornal do Comércio

JC Logística

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Trânsito

Notícia da edição impressa de 10/11/2016. Alterada em 09/11 às 22h37min

Reajuste encarece multas para motoristas infratores

Recusa de fazer o teste do bafômetro terá penalização de R$ 2.934,70

Recusa de fazer o teste do bafômetro terá penalização de R$ 2.934,70


ARQUIVO/PALÁCIO PIRATINI/JC
As multas de trânsito estão mais caras em todo o País desde terça-feira da semana passada. Dependendo da gravidade da infração, o aumento pode chegar a 66%. Desde 2002, os valores não eram atualizados. Agora, segundo a Lei nº 13.281, sancionada em maio e que altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a correção poderá ser anual, com reajuste máximo conforme a inflação (IPCA) do ano anterior. A legislação também aumentou o tempo mínimo de suspensão da carteira de habilitação de um para seis meses. Em caso de reincidência, o motorista poderá ficar de seis meses a dois anos sem dirigir.
Com o reajuste, as multas leves passam de R$ 53,20 para
R$ 88,38; as médias sobem de R$ 85,13 para R$ 130,16; as graves aumentam de R$ 127,69 para
R$ 195,23; e as gravíssimas saltam de R$ 191,54 para R$ 293,47. O motorista que for flagrado segurando ou manuseando o celular, por exemplo, terá que desembolsar agora R$ 293,47 - a infração passou de média para gravíssima. O mesmo valor será aplicado a quem estacionar em vagas reservadas para deficientes e idosos sem a credencial que comprove sua condição.
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