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Porto Alegre, domingo, 25 de setembro de 2016. Atualizado às 22h28.

Jornal do Comércio

Economia

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Turismo

Notícia da edição impressa de 26/09/2016. Alterada em 25/09 às 20h37min

Estudantes buscam oportunidades no exterior

Público lotou os corredores procurando por cursos em outros países

Público lotou os corredores procurando por cursos em outros países


MARCELO G. RIBEIRO/JC
Luiz Eduardo Kochhann
Estudantes e profissionais fizeram fila para conhecer as oportunidades de intercâmbio em duas feiras realizadas simultaneamente no BarraShoppingSul, no domingo. A capital gaúcha foi a sexta cidade brasileira a receber a Exduexpo e a EduCanadá, eventos itinerantes que também acontecerão em Belo Horizonte e Recife até o fim de setembro. Conforme os organizadores, em Porto Alegre, mais de 3 mil pessoas passaram pelos estandes.
Na ocasião, escolas de idiomas e universidades de quatro continentes apresentaram opções de cursos colegiais, de graduação, mestrado, doutorado, MBA, técnicos, além de vagas de estágio e trabalho remunerado fora do Brasil. "A grande vantagem de participar da feira é poder conversar diretamente com escolas e universidades de vários países do mundo, buscando o máximo de informação possível em um só lugar", destaca o diretor da Eduexpo, Carlos Piatti.
Conforme Piatti, a maior procura é por viagens a países como Canadá, Austrália e Nova Zelândia. Os Estados Unidos, historicamente um dos principais destinos, teve uma queda devido à desvalorização do real frente ao dólar. "Embora as condições estejam melhorando, a taxa cambial inviabilizou os Estados Unidos por um período e tornou outros países mais atrativos", completa. Para quem busca um programa mais barato, inclusive o Leste Europeu tornou-se uma opção.
Entretanto, o principal xodó dos brasileiros é mesmo o Canadá. Com um espaço reservado na Eduexpo, a EduCanadá é organizada pelo próprio governo canadense e conta com mais de 60 instituições de ensino do País. Suas principais vantagens, segundo os organizadores, são o custo mais baixo na comparação com o vizinho norte-americano, a qualidade da sua educação, os níveis de segurança e receptividade e os atrativos do turismo natural.
"O dólar canadense não valorizou tanto quanto o norte-americano nos últimos anos. Hoje, há uma defasagem de 30% entre as duas moedas, o que torna o Canadá mais acessível aos estudantes brasileiros", explica o responsável pelo consulado do Canadá na região Sul do Brasil, Paulo Barnewitz Orlandi, lembrando que trazer estudantes estrangeiros é uma política de governo no país. "Trata-se de uma estratégia de aproximação com o Brasil que tem a educação como área prioritária", completa Orlandi.
A relações públicas Natasha Soares Piva foi ao centro de eventos do BarraShoppingSul em busca de informações sobre cursos de mestrado no exterior. "Quem quer estudar fora precisa, em primeiro lugar, saber a respeito do visto, do custo de adaptação ao local. A feira é uma oportunidade para conversar com as instituições e tirar possíveis dúvidas", afirma.
Natasha já se valeu de duas experiências fora do País, uma na França, durante a graduação, e outra profissionalmente, na Nova Zelândia. "A convivência com colegas e professores estrangeiros abre novas possibilidades pessoais e profissionais", destaca.
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