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Porto Alegre, domingo, 25 de setembro de 2016. Atualizado às 22h33.

Jornal do Comércio

Colunas

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Notícia da edição impressa de 26/09/2016. Alterada em 25/09 às 18h21min

Reforma do ensino

Dos anos 1970 em diante, nota-se uma sistemática de ensino, onde os alunos ficam sabendo a toque de caixa e muito superficialmente sobre matérias do Ensino Médio. Às vezes, eu me engajo em conversas com jovens e, quando surge oportunidade, eu questiono (sabatino) sobre matemática, por exemplo, e não consigo entender por que certos temas não lhes foram passados. Na época em que estudei, existia o Primário, quatro anos; tínhamos a quinta série, que era uma espécie de acesso ao Ginásio; depois, o Científico ou Clássico e, ainda, técnico comercial; e poderia seguir escolas técnicas industriais. Ainda havia o Curso Normal, que formava professoras(es). Tudo isso era relativo ao Segundo Grau. Resumindo, hoje vivemos num País de semianalfabetos que só servem para massa de manobra de um governo cada vez mais explorador de interesses, do que se interessar pelo ensino em qualquer grau. Como diz a música: eeeh vida de gado, povo marcado, povo feliz. (Glenio César Feres)
Concessões
O governo Michel Temer (PMDB) divulgou os primeiros projetos que serão concedidos à iniciativa privada. Além dos aeroportos de Porto Alegre, Salvador, Florianópolis e Fortaleza, também está previsto o edital para concessão dos terminais de combustíveis de Santarém (PA) e do terminal de trigo do Rio de Janeiro. Ainda estão previstas licitações de blocos de petróleo e gás natural sob o regime de partilha de produção. Em média, o prazo de uma concessão é de 20 a 30 anos, tempo mais do que necessário para concessionários tirarem o maior proveito dos bens que lhes foram concedidos. Porém, só o tempo dirá se esses projetos valeram a pena. (Danilo Guedes Romeu, professor)
Gafe histórica
No dia 15 de setembro, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pronunciou a seguinte frase, que entrará para o rol das besteiras históricas ditas por personalidades: "A profissão mais honesta é a do político. Sabe por quê? Todo ano, por mais ladrão que seja, ele tem que ir para rua, encarar o povo e pedir voto". Tentou criar, em vão, uma nova classe, a dos políticos ladrões-honestos. Pode-se chamar o ladrão de gatuno, larápio etc., jamais, porém, de honesto, pois a natureza da ladroagem é a da ilicitude. Insatisfeito com a pérola, Lula completou o suicídio verbal: "O concursado não, se forma na universidade, faz concurso e tá com o emprego garantido para o resto da vida". Aqui, novamente, o inaceitável desconhecimento para quem ocupou o cargo público máximo da República. Segundo a Controladoria-Geral da União, apenas no Poder Executivo federal, sem contar estatais que estiveram no centro de recentes escândalos como Petrobras, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Correios, 541 servidores perderam seus cargos em 2015, sendo 447 servidores concursados, 53 aposentadorias cassadas e 41 destituições de cargos comissionados. Diferentemente do político ladrão, que pode permanecer por muitos anos na política, o funcionário concursado corrupto ou desidioso perde seu cargo público. O ex-presidente Lula perdeu a chance de ficar calado! (Lino Abel Nunes, contador, servidor público estadual)
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